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Data: 13.02.2002  :. Em Reformulação!
Tipo: Redes
Fabricante: Não se Aplica
Por: Carlos E. Morimoto

 

   A minha rede doméstica

:. Tiny

O Tiny é o caçula da rede, um mero 486 DX-100 sem cache, 16 MB e uma Trident 9680 de 2 MB, rodando o Conectiva Linux 4.0. Sozinho ele não poderia fazer muito mais do que rodar programas de modo texto e acessar a Web, mas ele têm o componente mais importante para o 486 hoje em dia: a placa de rede.

Na verdade, o Tiny funciona como um terminal do Beta-2, é ele quem roda todos os aplicativos e direciona a saída de tela para o Tiny. Como o lag de uma rede local é de poucos milessegundos, a performance é a mesma ao rodar os programas localmente no Beta-2, ou via rede no Tiny, mesmo com uma conexão de rede de apenas 10 megabits entre os dois. O Tiny fica na sala, com um monitor de 17, também ligado na maior parte do tempo (configurado para desligar o monitor depois de 5 mim naturalmente).

Quase todo mundo que vem aqui em casa usa esse PC para acessar a Web, cada um com a sua conta de usuário. Eu também uso muito, sempre que quero variar um pouco. Considerando que esse 486 não me custou praticamente nada, já que já tinha o monitor... E claro, ninguém acredita que é um 486, preciso sempre abrir o gabinete e mostrar o que tem dentro :-)



Tiny


Em se tratando de terminais Linux, a configuração do cliente não importa muito. Tanto faz ter um Pentium 200 com 64 MB de RAM ou um 486 com 16 como no meu caso. O desempenho será sempre o mesmo, pois depende do servidor e não do terminal. É possível usar até mesmo micros XT ou 286 para rodar aplicativos de modo texto, via Telnet. neste caso você precisaria instalar o DOS nas sucatas (já que o Linux precisa de pelo menos um 386) e conectá-los ao servidor via porta serial ou rede.

A administração também é muito mais simples, já que ao instalar softwares ou alterar uma configuração qualquer preciso fazer tudo uma única vez, no servidor e não repetir o procedimento em cada estação. Outra grande vantagem é que posso usar meu login de usuário, com todos os meus arquivos e configurações em qualquer PC da rede, sem precisar transportar dados.

Eu configurei o Tiny como descrevi neste artigo: http://www.guiadohardware.net/tutoriais/terminais_leves/03.asp

Eu poderia usar qualquer distribuição Linux que conseguisse instalar nesta configuração, escolhi o Conectiva 4 apenas por ter uma boa familiaridade com ele. Basicamente é preciso escolher o chipset da placa de rede no início da instalação, fazer uma instalação mínima ou padrão, configurar o vídeo e depois de terminada a instalação instalar as fontes true-type. (http://www.guiadohardware.net/artigos/173-browser-para-linux.asp).

Como o 486 não tem CD-ROM, sempre instalo o sistema via rede, via NFS, a partir de uma pasta compartilhada no Beta-2 (usando o disquete boot.img que está na pasta images do CD-ROM). É bem simples, como descrevo aqui: http://www.guiadohardware.net/artigos/185-linux-via-rede.asp


:. Ascot

O próxima da lista é o Ascot. Este é um notebook IBM 486 DX-100 com 16 MB fabricado 1994, um cacareco. Ele estava quase encostado por causa da lentidão; quem se acostuma a trabalhar num Celeron 900 jamais vai conseguir voltar a se adaptar a um 486 que demora eras para abrir uma página Web, mesmo usando o Opera.

Usando o Windows 95 não havia muito o que fazer, além de desabilitar as folhas de estilo, Java, flash, etc. no Opera, mas quando comecei a estudar sobre os terminais leves vi que esta seria a salvação da lavoura.

Assim como o Tiny, o Ascot roda o Conectiva 4 e trabalha como um terminal do Beta-2, graças a uma placa de rede PCMCIA (R$ 80 no mercado livre... :-).

Eu penei um pouco com a instalação neste 486, pois o chipset de vídeo do notebook não é muito bem suportado, mas foi só fazer uma busca no google para encontrar um mini-howto ensinando a configurá-lo usando o xf86config. No final consegui instalar até o modem MWave da IBM.

Fora isto, precisei apenas instalar o pacote kernel-pcmcia.rpm, do CD do Conectiva, que não é instalado na instalação padrão para ativar a placa de rede. Como no caso do Tiny, sempre que preciso instalar ou reinstalar o sistema, faço via rede. Basta usar o disquete boot.img e em seguida o pcmcia.img.


Ascot



visão aérea :-)


O Ascot fica no quarto e serve como uma espécie de Webpad improvisada, que uso basicamente pra navegar na Web. É interessante como mesmo as animações em Flash são exibidas sem problemas via rede. Uma função secundária é servir como despertador, é só agendar o horário no cron, um utilitário de linha de comando que permite automatizar qualquer tarefa do sistema.

A tela de 640x480 continua sendo a maior limitação, mas pelo menos agora não existe mais o problema da velocidade. Naturalmente também é possível usá-lo desconectado da rede, rodando os aplicativos locais e conectando via modem, claro que neste caso muito mais devagar.


:. Crop

Este é o Pentium 133, que na verdade ainda estou juntando as peças. Ele ainda não tem HD nem drive de disquetes e o gabinete foi emprestado de um 386 que esteja jogado pelos cantos. Apesar disso, ele já funciona, dando boot através da placa de rede e usando o Beta-2 como um servidor de boot remoto.

O mais complicado foi encontrar alguém que gravasse a ROM da placa de rede, usando o arquivo gerado no http://rom-o-matic.net/ . Resolvido este primeiro problema, faltou apenas instalar o LTSP (o programa servidor) no Beta-2. Na página oficial existe um passo a passo de como instalar e configurar o programa no Mandrake: http://www.ltsp.org/documentation/ltsp-3.0.0/ltsp-3.0.html



Crop


O Crop está atualmente encostado, pois apesar do boot remoto funcionar bem, para usa-o eu preciso desconectar o Alpha-5 da rede, pois para usar o LTSP é preciso que o único servidor DHCP da rede seja o Beta-2, onde está instalado o software servidor.

Ao compartilhar a conexão usando o ICS do Windows automaticamente é habilitado um servidor DHCP, que responde a chamada no lugar do DHCP do Linux. Mas, ao desconectar o Alpha-5, os demais micros da rede perdem o acesso à Web. O sistema funcionaria caso usasse o Beta-2 para compartilhar a conexão com Internet, mas neste caso teria que trabalhar um pouco nas configurações de segurança.

Quando tiver um HD e mais uma placa de rede para ele pretendo usar essa máquina para compartilhar a conexão e como firewall para a minha rede interna, como citei acima, ou então usá-lo como mais um terminal do Beta-2, ao lado do Tiny. De qualquer forma, ele já está ligado à rede, esperando pelo HD.


:. A rede

Existem algumas peculiaridades na minha rede. Eu uso dois Hubs antigos de 10 megabits, dividindo os PCs em dois blocos, respeitando a sua posição geográfica dentro da casa, assim diminuí o número de cabos de rede que seriam necessários. Além dos cabos que coloquei no diagrama, existem mais alguns extras espalhados pela casa para o caso de aparecer mais um PC ou caso resolva mudar algum dos que tenho de lugar:

Veja que o Alpha-5 possui nada menos do que três placas de rede, uma para a conexão com o modem ADSL, outra para a conexão com a rede (usando o IP 192.168.0.1) e uma terceira ligada diretamente à segunda placa de rede do Beta-2 (usando o IP 10.0.0.1). Esta hotline entre os dois serve para agilizar o uso do VNC.

Caso os dois fossem ligados através de um dos dois Hubs, a conexão seria de apenas 10 megabits e ainda por cima dividida com os outros três PCs, o que torna as atualizações de tela no VNC um pouco lentas e de quebra prejudicaria também a velocidade de atualização nos demais PCs. Ligando os dois diretamente posso ter uma conexão de 100 megabits apenas para o VNC e para a troca de arquivos entre os dois, já que uso o Beta-2 para fazer backups regulares de uma grande quantidade de arquivos. Como tenho apenas os dois no segmento de rede, posso ativar ainda o modo full-duplex de transmissão, o que melhora a velocidade mais um pouco.

Não é possível usar o full-duplex ao ligar mais de dois PCs através de um hub, pois ao ativar o modo os avisos de colisões de pacotes são desativados. Graças ao grande número de colisões, a velocidade da rede acaba diminuindo ao invés de aumentar.

Além dos PCs tenho uma impressora HP 692C instalada no Beta-2, compartilhada através do Samba. Graças ao Gimp-Print, incluído no Mandrake e em outras distribuições recentes, os drivers de impressão não ficam devendo aos do Windows, tanto em qualidade quanto em variedade, um grande avanço sobre as distribuições de dois anos atrás.


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