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E outros...

 
Data: 12.03.2002  :. Em implantação!
Tipo: Sistemas Operacionais
Fabricante: Não se Aplica
Por: Carlos E. Morimoto

 

   O Linux

Este artigo, foi originalmente escrito para ser incluído no dicionário de termos do Guia do Hardware, no termo Linux. Mas, acabou contendo mais informação do que pretendia originalmente.

Se você chegou até aqui, é obvio que já ouviu falar muito sobre o Linux, então acho desnecessário repetir mais uma vez aquela história açucarada de um finlandês que resolveu criar seu próprio sistema operacional. A verdade é que o Linux tornou-se uma realidade por existir uma grande demanda por um sistema operacional aberto. A Free Software Fundation já existia desde o início da década de 80, aplicativos como o EMacs e o compilador GCC já haviam formado um grupo de programadores interessados em desenvolver aplicativos open source e isto estava em expansão graças à Internet. O Linux surgiu então na hora certa, atraindo o trabalho desta comunidade em desenvolvimento. Não é à toa que muitos chama o Linux de GNU/Linux já que desde os estágios iniciais de desenvolvimento o Linux foi amparado pelo trabalho da Free Software Fundation.

O Linux não é o trabalho de um homem só, mas o fruto dos esforços colaborativos de uma grande comunidade, a prova de que o ser humano, ou pelo menos os seres humanos mais inteligentes, são movidos à desafios. Para estas pessoas, o dinheiro acaba sendo um coadjuvante e, como os envolvidos trabalham por algum ideal e não por obrigação, cada um acaba dando o melhor de sí em seu trabalho.

Hoje em dia muitas grandes empresas contribuem no desenvolvimento do Linux, a maioria claro, movidas apenas pelo interesse econômico. Mas, isso não é ruim, pois permite que as empresas atinjam seus objetivos e façam a economia crescer ao mesmo tempo em que trabalham no desenvolvimento contínuo do sistema. A troca acaba sendo benéfica para os dois lados.

No final das contas parece claro que para continuar crescendo o Linux precisa mesmo do apoio das empresas. Os programadores voluntários são uma elite numericamente limitada, extremamente eficiente para cuidar do desenvolvimento do kernel e outros aspectos técnicos do sistema, mas nem sempre interessada em desenvolver interfaces, documentação, aplicativos, etc.
É aí que entram as empresas, transformando todo este esforço em produtos bem acabados, capazes de ganhar participação no mercado. Os dois grupos são respectivamente o Back end e o Front end do sistema, a parte mecânica e a parte estética que precisam caminhar juntas. Imagine um Audi com cara de Brasília, ou um Fiat 147 com mecânica de Honda Civic. Certamente nenhum dos dois venderia bem não é mesmo?

Vale lembrar que a licença GNU não impede ninguém de ganhar dinheiro com o sistema, apenas impede que algum espertalhão possa se apoderar do trabalho já feito. A liberdade reside no código aberto, não necessariamente na gratuidade. É possível cobrar pelo desenvolvimento de soluções, pelo suporte ou mesmo criar um sistema de licenças para o uso do software, como algumas distribuições Linux vêm fazendo. Este é um ponto importante, pois sem dinheiro, o Front End do desenvolvimento do Linux (feita pelas empresas) não funciona e o sistema não sai do lugar.

Um exemplo disso é a Loki, que portou vários bons jogos para o Linux, fazendo um trabalho extremamente competente, mas acabou fechando pois as vendas foram bem abaixo do esperado. Os usuários não queriam pagar 70 reais pelos jogos, queriam de graça... No final ficaram sem nada. Um alerta para quem acredita no futuro do Linux.


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