:. Indique este site a um amigo...
 3283463 visitas desde 28/02/1999  |  Responsável: Carlos E. Morimoto
 :. Novo na área?! Leia nosso tutorial: Hardware para Iniciantes

Seções
Cursos OnLine :. Hardware
Relacionados

+ HOME
   :. Análises
   :. Artigos
   :. Cursos Online
       :. Hardware
       :. Redes
       :. Linux (foca)
       :. Gravação CDs
       :. Notebooks
       :. Setup
   :. Livros
      
:. Entendendo e
    Dominando o Linux 4.Ed
   :. Arquivo DDD
   :. Dicionário
   :. FAQ
   :. Notícias
   :. Dicas Linux
   :. Overclock
   :. Tutoriais

+ Publicações
   :. CD GDH
   :. CDs Mandrake
   :. CDs do Linux
   :. E-Books

+ Kurumin Linux

+ Outros
   :. Fórum
   :. Humor
   :. Palm
   :. Quiz

+ Pesquisar no site:

+ Expediente

+ Comente esta
   Matéria

Dúvidas sobre
Linux?
Baixe o E-book
Entendendo e Dominando o Linux
de Carlos E. Morimoto
ou increva-se no
Curso de Linux
em SP


Invista em
conhecimento:
:.CD-ROM Guia do Hardware: Todos os e-books e uma cópia off-line de todo o site por R$ 21,00
:.Linux Mandrake 9.0 GDH, com manual em Português e aplicativos. 4 CDs por R$ 24,00
:. E-Books de Carlos E. Morimoto:
Manual de Hardware Completo 3ed.
Redes 3ed
Upgrade e Manutenção
Novas tecnologias 3Ed
Entendendo e Dominando o Linux
Dicionário Técnico de Informática. R$ 8,00

:. CDs do Linux:
Slackware 8.1 R$ 8,00
Red Hat 8.0 R$ 16,00
DemoLinux 3.0 R$ 8,00
Knoppix R$ 8,00
Peanut 9.1 R$ 8,00
FreeBSD R$ 20,00
NetBSD R$ 16,00
Libranet R$ 8,00
Debian 3.0 R$ 35,00
Definity R$ 8,00
E outras distribuições

 

Dicas do dia : Receba as atualizações do Guia do Hardware todos os dias, direto no seu e-mail. Clique aqui para se inscrever.
 

Data: 15.03.2000  :. Em Reformulação!
Tipo: Curso
Fabricante: Não se Aplica
Por: Carlos E. Morimoto

 

   Parte 1: Conhecendo os Componentes

DIFERENÇAS NA ARQUITETURA

Diferenças na arquitetura interna, ou seja, no projeto do processador e na quantidade de transístores que o formam, também determinam em quais operações um processador será mais rápido. Basicamente, um processador desempenha dois tipos de operações diferentes: as operações envolvendo números inteiros e operações de ponto flutuante (envolvem números fracionários e operações aritméticas mais complexas).

As operações envolvendo números inteiros são feitas pelo núcleo principal do processador, enquanto as envolvendo números fracionários são feitas pelo coprocessador aritmético.

Programas de escritório e Internet, como o Word, Excel, Power Point, Internet Explorer, Netscape e o próprio Windows, utilizam quase que exclusivamente o processamento de números inteiros. Por outro lado, programas que manipulam gráficos, como o Auto CAD, Corel Draw!, Photoshop, 3D Studio, e principalmente jogos que utilizam gráficos tridimensionais, como o Quake utilizam predominantemente cálculos de ponto flutuante.

Alguns modelos de processadores saem-se melhor em inteiros (como os processadores K6, K6-2 e K6-3 da AMD e 6x86 da Cyrix) , enquanto outros são melhores em cálculo de ponto flutuante (como o Pentium II e o Celeron). Ao decidir em qual processador vai investir seu dinheiro, a aplicação à qual o micro se destina deve ser levada em consideração. Mais adiante você encontrará um gráfico comparando o desempenho dos processadores em cada quesito.

 

CYRIX 6X86MII

Entre os processadores que você encontrará atualmente à venda, o 6x86MII da Cyrix é o menos sofisticado, mas também o mais barato.
A performance do 6x86 dentro do Windows e executando aplicativos de escritório chega bem perto da apresentada pelo K6-2 e pelo Celeron, porém o coprocessador aritmético que equipa o 6x86 é extremamente lento, tornando muito fraco seu desempenho em jogos e aplicativos gráficos.

Para aplicações de escritório o 6x86 pode até ser uma boa opção, devido ao seu baixo custo, mas ele é inadequado caso o principal uso do micro seja programas gráficos ou jogos.

Outra observação é que ao contrário dos demais processadores que você encontrará à venda, o 6x86 não é vendido segundo sua freqüência de operação, mas segundo um índice Pr que compara seu desempenho ao do Pentium. Um 6x86MII Pr 350 por exemplo funciona a apenas 300 MHz.

O 6x86 usa placas mãe soquete 7, as mesmas usadas pelo K6-2.

 

PENTIUM II

Apesar de já ter sido superado pelo Pentium III e pelo Athlon, o Pentium II ainda é bastante vendido atualmente, pois com o lançamento do seu sucessor, seus preços caíram bastante.

O Pentium II apresenta um desempenho bastante equilibrado tanto em aplicativos de escritório quanto em jogos e aplicativos gráficos. Apesar de talvez não ser exatamente a melhor opção em termos de custo-beneficio, nem o processador mais rápido atualmente, o Pentium II ainda é uma ótima opção para micros domésticos.

Além dos 32 Kb de cache L1, o Pentium II traz também 512 Kb de cache L2 integrados ao processador. Este cache L2 funciona à metade da freqüência do processador. Em um Pentium II de 400 MHz por exemplo, o cache L2 funcionará a 200 MHz.

Você nunca encontrará à venda uma placa mãe para Pentium II com cache, já que o cache L2 vem integrado ao próprio processador.

Uma última consideração a respeito dos processadores Pentium II é sobre a velocidade de barramento, ou seja, a velocidade da placa mãe utilizada pelo processador. As versões do Pentium II de até 333 MHz funcionam usando barramento de 66 MHz, enquanto que nas versões a partir de 350 MHz a placa mãe funciona a 100 MHz, o que acelera a troca de dados entre o processador e as memórias, tornando-o mais rápido. Vale lembrar que apenas as placas mãe mais modernas suportam barramento de 100 MHz. São necessárias também memórias PC-100, as quais explicarei com mais detalhes no capítulo sobre memórias.

 

PENTIUM III

Ao contrário do que o nome sugere, o Pentium III é apenas um Pentium II "incrementado". A arquitetura é exatamente a mesma, o cache L2 integrado continua sendo de 512 KB e continua operando na metade da freqüência do processador.

Como ambos os processadores são compatíveis, as placas mãe desenvolvidas para o Pentium III suportam também o Pentium II e o Celeron. A maioria das placas para Pentium II que suportam barramento de 100 MHz, produzidas apartir do início de 99 também podem ser usadas em conjunto com o Pentium III sem problemas.

A única melhoria foi a adição de novas instruções ao processador, batizadas de instruções SSE. Estas novas instruções são capazes de melhorar o desempenho do processador em aplicativos que usam cálculos de ponto flutuante, mas para que haja ganho de performance é preciso que o software seja reescrito para aproveitar as novas instruções.

Como as instruções SSE permitem apenas aumentar o desempenho do processador em cálculos matemáticos, apenas jogos, programas de edição de imagem ou vídeo e aplicativos que usem muitos cálculos podem ser beneficiados. O ganho de desempenho em aplicativos otimizados pode chegar a 25%.

 

PENTIUM II XEON E PENTIUM III XEON

Estes dois processadores são respectivamente processadores Pentium II e Pentium III, onde o cache L2 integrado funciona na mesma frequência do processador, ao invés de apenas metade. O Xeon foi especialmente concebido para equipar servidores, substituindo o Pentium Pro, pois como nestes ambientes o processamento é muito repetitivo, o cache mais rápido e em maior quantidade faz uma grande diferença, não fazendo porém muito sentido sua compra para uso doméstico devido ao seu alto preço.

 

CELERON

Com o lançamento do Pentium II, a Intel abandonou a fabricação do Pentium MMX, passando a vender apenas processadores Pentium II que eram muito mais caros. O resultado desta estranha estratégia, foi a perda de quase todo o mercado de PCs de baixo custo, onde o Pentium II foi literalmente massacrado pelos processadores K6 e 6x86, que apesar de apresentarem um desempenho ligeiramente inferior, custam menos da metade de um Pentium II do mesmo clock.

Tentando consertar a besteira, a Intel resolveu lançar uma versão de baixo custo do Pentium II, batizada de Celeron, do Latin "Celerus" que significa velocidade.
O Celeron é idêntico ao Pentium II, as únicas mudanças são o cache L2 integrado, que é menor no Celeron e a ausência da capa plástica do processador, ou seja: o Celeron vem "pelado".

Celeron


As primeiras versões do Celeron, que incluem todos os de 266 MHz e alguns dos de 300 MHz, não traziam cache L2 algum, e por isso apresentavam um desempenho muito fraco na maioria dos aplicativos, apesar de ainda conservarem um desempenho razoável em jogos e aplicativos que usam muito o coprocessador aritmético.

Devido ao seu baixo desempenho, o Celeron sem cache não conseguiu uma boa aceitação no mercado. Por isso, a Intel resolveu equipar as novas versões do Celeron com 128 KB de cache L2, que ao contrário do cache encontrado no Pentium II, funciona na mesma velocidade do processador. Todos os Celerons à venda atualmente possuem cache, isto inclui todas as versões apartir do Celeron de 333 MHz e a maioria dos de 300 MHz.

Estes 128 KB de cache fazem uma diferença incrível na performance do processador. Enquanto um Celeron antigo é quase 40% mais lento que um Pentium II do mesmo clock, o Celeron com cache é cerca de 5% mais lento, empatando em várias aplicações. Isto acontece pois apesar Celeron possuir uma quantidade 4 vezes menor de cache, nele o cache L2 funciona duas vezes mais rápido, compensando a diferença.

O Celeron custa pouco mais da metade do preço de um Pentium II do mesmo clock, sendo uma opção melhor em termos de custo beneficio, já que possui praticamente o mesmo desempenho.

Temos atualmente versões de 300 a 500 MHz do Celeron com cache, todas utilizando barramento de 66 MHz.

:. Diferenças na Arquitetura »
(Continuação)

 

 

      Os Tópicos da 1ª Parte do Curso:
:.
Como Funciona o PC  
:.
Placas Mãe
:.
Componentes  
:.
Barramentos
:.
Processadores  
:.
Memória RAM
:.
Memória Cache  
:.
Placas de Vídeo e Monitores
:.
Diferenças na Arquitetura  
:.
Escolhendo a Configuração
:.
Comparativo dos Processadores      

 

© 1999 - 2002 :. Todos os direitos reservados :. Carlos E. Morimoto
Melhor visualizado em qualquer browser. Você escolhe o que usar, não nós :-)