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Data: 15.03.2000  :. Em Reformulação!
Tipo: Curso
Fabricante: Não se Aplica
Por: Carlos E. Morimoto

 

   Parte 1: Conhecendo os Componentes

ESCOLHENDO A MELHOR CONFIGURAÇÃO

Como estudamos até aqui, todos os componentes de um PC influenciam diretamente no desempenho global da máquina. Como num carro, onde um único componente de baixo desempenho afeta negativamente todo o conjunto.

Apesar do desejo de todos ser um micro equipado com um processador topo de linha, muita memória RAM, vários Gigabytes de espaço no disco rígido, placa de vídeo 3D, DVD, etc. Nem todos estão dispostos a gastar 2.000 ou 3.000 dólares numa configuração assim. Entra em cena então o fator custo-beneficio: determinar qual configuração seria melhor dentro do que se pode gastar. O objetivo deste capítulo é justamente este, ajuda-lo a escolher a melhor configuração em termos de custo-beneficio em cada caso. Para isto estudaremos no que cada componente afeta o desempenho e em quais aplicações cada um é mais importante.

A primeira coisa que deve ser levada em conta é a aplicação a que o micro será destinado, ou seja: quais programas serão utilizados nele.

Um micro usado em um escritório, onde são usados o Word, Excel e Internet por exemplo, não precisa de um processador muito poderoso, mas é indispensável uma quantidade pelo menos razoável de memória RAM, e um disco rígido razoavelmente rápido. Enquanto num micro destinado a jogos o principal seria um processador rápido, combinado com uma boa placa de vídeo 3D.


ESCOLHENDO A PLACA MÃE

A placa mãe é o componente que deve ser escolhido com mais cuidado. Uma placa mãe de baixa qualidade colocará em risco tanto o desempenho quanto a confiabilidade do equipamento.

Ao comprar uma placa mãe, verifique quais processadores ela suporta, se possui um slot AGP e se a quantidade de slots ISA e PCI é suficiente para a quantidade de periféricos que você pretende instalar.

A questão mais importante é a qualidade da placa. Além dos recursos, este é o principal diferencial entre as várias que você encontrará no mercado. Placas de baixa qualidade além de prejudicarem o desempenho, podem tornar o micro instável, causando travamentos constantes no Windows. Travamentos que freqüentemente são causados por falhas de hardware, e não por bugs do programa.

Procure comprar placas de boas marcas, como Asus, Abit, Soyo e Supermicro. Você encontrará também placas Tomato, que também são razoáveis e costumam custar menos. As placas da Intel também são excelentes, mas preste atenção se a placa realmente foi fabricada pela Intel: muitos vendedores vendem placas com chipsets Intel como "placas da Intel". Muitos fabricantes usam chipsets Intel em suas placas, mas isto não e garantia de qualidade. Não adianta uma placa de segunda linha possuir um bom chipset.

Evite ao máximo comprar placas TX-Pro, VX-Pro, BX-Pro, SX-Pro, PC-100, Viagra, PCChips e placas que não trazem especificado o nome do fabricante. Apesar de serem muito mais baratas, e quase sempre trazerem placas de som, vídeo, modems e até placas de rede onboard, estas placas invariavelmente são de baixa qualidade, sendo fabricadas geralmente pela PCChips, especializada em fabricar placas de baixíssimo custo mas de qualidade duvidosa.

Você pode perguntar por que estas placas são inferiores, já que muitas vezes usam o mesmo chipset de placas de boas marcas. O diferencial é a qualidade da placa de circuito. Uma placa mãe é confeccionada usando-se uma técnica chamada MPCB (multiple layer contact board) que consiste em várias placas empilhadas como se fossem uma só. Acontece que uma placa de circuitos deste tipo tem que ser projetada e fabricada minuciosamente, pois qualquer erro mínimo na posição das trilhas fará com que surjam interferências, que tornarão a placa instável. Isto também prejudica o desempenho, impedindo que a comunicação entre os componentes seja feita na velocidade normal. A diferença de desempenho de um micro montado com uma boa placa mãe, para outro de configuração parecida, mas usando uma placa mãe de baixa qualidade pode chegar a 20%. Equivaleria a trocar um Pentium II 500 por outro de 400 MHz!

A fim de cortar custos, diminui-se o tempo de desenvolvimento e se apela para técnicas mais baratas e menos precisas de produção, criando os problemas que descrevi.

Certamente é tentador ver o anúncio de uma placa mãe que já vem com placa de som, placa de vídeo e modem por 100 ou 120 dólares, enquanto uma placa de uma boa marca custa 130, 150 ou mesmo 180 dólares e geralmente não traz nenhum destes acessórios. Mas lembre-se que esta economia pode lhe trazer muita dor de cabeça, na forma de instabilidade, travamentos e incompatibilidades. Estas placas podem até ser usadas em micros mais baratos, destinados a aplicações leves, onde a economia é mais importante, mas não pense em usar uma em um micro mais parrudo. Não valerá à pena. Se o problema é dinheiro, prefira comprar um processador mais simples mas coloca-lo em uma boa placa mãe.


ESCOLHENDO OS OUTROS PERIFÉRICOS

Existem basicamente 4 determinantes de desempenho num micro: o processador, a quantidade de memória RAM, a velocidade do disco rígido e a placa de vídeo. A importância de cada um varia de acordo com a aplicação do micro.


MEMÓRIA RAM

Se o micro possui pouca memória RAM, o processador terá que usar o disco rígido para guardar os dados que deveriam ser armazenados na memória, tornando o sistema extremamente lento. Por outro lado, instalar mais memória do que o necessário será apenas um desperdício, pois não tornará o sistema mais rápido.
Você notará que é preciso instalar mais memória quando o micro começar a ficar lento e a acessar intermitentemente o disco rígido em momentos de atividade mais intensa.

Se o usuário trabalha apenas com aplicativos mais leves, como Word, Excel, Internet e não costuma abrir mais de um aplicativo ao mesmo tempo, 32 megas podem ser suficientes, apesar de 48 ser o ideal.

Se por outro lado, são usados programas mais pesados ou se são abertos vários programas ao mesmo tempo, então o mínimo seria 64 e o ideal 128 MB. 64 megas também são suficientes se o micro se destina principalmente a jogos.

Caso o micro se destine ao processamento de imagens, vídeo ou editoração, então devem ser usados pelo menos 128 megas. Dependendo do tamanho dos arquivos a serem processados, o ideal pode subir para 192 ou mesmo 256 megas.

A instalação de mais memória pode dar um novo ânimo a um micro mais antigo, principalmente se o micro possui apenas 8 ou 16 megas. Mas não exagere, pois mesmo com muita memória será difícil rodar aplicativos mais pesados devido à fragilidade do conjunto. O ideal seriam 16 megas em micros 486 e 32 ou 48 megas em micros Pentium ou K6 de 100 a 166 MHz.


PROCESSADOR

Nem sempre a instalação de um processador mais moderno torna o micro mais rápido. Muitas vezes aumentar a quantidade de memória ou trocar o disco rígido faz mais efeito. Como sempre, depende da aplicação.

Caso o micro se destine principalmente a jogos, então vale à pena investir em um processador topo de linha, como um Pentium III ou um AMD Athlon. Caso o micro de destine ao processamento de imagens ou editoração, um processador topo de linha irá ajudar, mas apenas se o micro possuir bastante memória RAM. Se o dinheiro estiver curto, é preferível comprar um processador médio, como um Celeron e investir em mais memória. Evite neste caso processadores K6-2 e Cyrix, pois com já vimos, seu desempenho é fraco em jogos e processamento de imagens.

Finalmente, caso o micro se destine a aplicações leves, então o ideal será adquirir um processador mais simples, como um K6-2 ou um Cyrix 6x86 e investir a economia em um pouco mais de memória, um disco rígido melhor, ou numa placa mãe de melhor qualidade.

DISCO RÍGIDO

O desempenho do disco rígido determina em muito a velocidade em que serão abertos programas e arquivos. Um disco rígido rápido também ajuda caso o micro tenha pouca memória. Mesmo com um processador parrudo e muita memória, tudo ficará lento caso o disco rígido não acompanhe.

Quase sempre os discos rígidos de maior capacidade são mais rápidos, mas como sempre existem exceções. Procure saber o tempo de acesso, a velocidade de rotação e a densidade do disco.

O tempo de acesso do disco varia geralmente entre 9 e 14 milessegundos, dependendo do HD. O tempo de acesso determina quanto tempo a cabeça de leitura demorará para achar um dado. Um valor mais baixo corresponde a um melhor desempenho.
A velocidade de rotação é medida em RPMs, ou rotações por minuto. Quanto mais rápido o disco girar, mais rápido um dado será encontrado. A densidade, ou quantos dados caberão em cada disco também determina o desempenho, pois como os dados estarão mais próximos, serão localizados mais rapidamente. Você saberá a densidade dividindo a capacidade total do disco rígido pela quantidade de cabeças de leitura que ele possui (pois o disco possuirá um platter para cada cabeça de leitura). Um disco de 6 GB com 4 cabeças de leitura por exemplo possui densidade de 1,5 GB por disco. Quanto maior a densidade melhor.


PLACA DE VÍDEO

Como vimos, existem tanto placas de vídeo 2D, quanto placas de vídeo 3D. Caso o micro se destine a jogos, ou processamento de imagens 3D (usando o 3D Studio por exemplo), é indispensável o uso de uma placa de vídeo 3D, caso contrário o micro simplesmente não será capaz de rodar o aplicativo ou ficará extremamente lento.
Se forem ser usados apenas aplicativos de escritório ou forem ser processadas imagens em 2D, então uma placa de vídeo 3D não será necessária.

Existem tanto aceleradoras 3D, que devem ser usadas em conjunto com uma placa 2D comum (Monster 1 e Monster 2 por exemplo), quanto placas Combo, que desempenham tanto as funções 3D quanto 2D (Viper v330, Viper v550, Viper v770, Ati Rage, etc.). Verifique este detalhe quando for quando comprar a sua. Caso se decida por uma aceleradora, precisará comprar também uma outra placa 2D.

MODEM

Atualmente você só encontrará à venda modems de 56K, porém encontrará tanto Hardmodems quanto Softmodems (ou Winmodems). Os Softmodems são mais baratos, porém tornam o micro mais lento por utilizarem o processador para controlar o envio e recebimento de dados e também para fazer a conversão analógico/digital/analógico dos dados. Quanto mais potente for o processador menor será a perda, mas ela sempre é perceptível. No caso dos Hardmodems não temos este problema, pois o próprio modem possui todos os componentes necessários para executar ele mesmo estas tarefas.

Outro problema com os Softmodems é que eles possuem um sistema de correção de erros mais fraco, e por isso não se dão muito bem em linhas ruidosas, apresentando uma baixa performance. Evite usar Softmodems também caso pretenda jogar via internet.

Para verificar se um modem é um Softmodem, basta verificar a caixa e o manual de instruções: se por exemplo estiver escrito que é preciso um processador Pentium ou Pentium MMX, ou que o modem só funciona no Windows 98 e NT, com certeza se trata de um Softmodem. Mais uma dica é que quase todos os modems que usam Slots PCI são Softmodems.

Outro indicativo é a necessidade de instalar algum programa para que o modem funcione. Para instalar um modem tradicional, ou hardmodem você só precisará abrir o ícone "modems" que está no painel de controle do Windows e solicitar a busca. Mesmo sem instalar drive algum, o modem funcionará sem problemas, você deverá instalar apenas um arquivo .INF (um arquivo de texto com as configurações e especificações do modem) para que ele seja corretamente reconhecido. Um Softmodems por sua vez precisará que o programa emulador seja instalado.
Uma inspeção visual também ajuda, pois um Softmodem possui muito menos componentes do que um modem tradicional. Atualmente muitas placas mãe trazem modems onboard, mas em todas o modem embutido opera via software.

PLACA DE SOM

A placa de som não influencia em nada o desempenho do micro, apenas determina a qualidade do áudio. Para uso normal, uma placa de som simples como uma Sound Blaster 32, ou mesmo uma daquelas placas "genéricas" com chipsets Yamaha dão conta do recado. Placas mais caras farão diferença caso você pretenda trabalhar com edição musical, ou faça questão de ouvir músicas em MIDI com o máximo de qualidade.
Existem também placas de som 3D, como a Turtle Beath Montego e a Sound Blaster Live, que geram sons que parecem vir de todas as direções, mesmo usando caixas acústicas comuns. Este efeito é muito interessante em jogos, pois da uma sensação de realidade muito maior. Imagine ouvir o som de um tiro como se ele tivesse sido disparado por alguém que está bem atrás de você.


UPGRADES E ATUALIZAÇÕES

Fazer um upgrade significa trocar alguns componentes de um micro já ultrapassado a fim de melhorar seu desempenho. Porém, muitas vezes o micro está tão desatualizado que seria preciso trocar quase todos os componentes para conseguir atingir um desempenho aceitável. Neste caso compensaria mais vender o micro antigo e comprar um novo.

O segredo para realizar um bom upgrade, é detectar os "pontos fracos" da configuração, componentes que possuem um desempenho muito inferior ao restante do conjunto. Para exemplificar, analisarei agora algumas configurações:

Configuração 1:
Processador Pentium de 100 MHz
8 MB de memória RAM
HD de 1.2 GB
Placa de Vídeo de 1 MB
Monitor SVGA de 14 polegadas

Temos aqui um micro bem antigo, de configuração extremamente modesta, mas que tem um grave ponto fraco: a pouca quantidade de memória RAM. O ideal aqui seria adicionar mais 16 MB de memória, o que multiplicaria a velocidade do equipamento.
Também valeria à pena trocar o processador por um K6 ou Pentium de 200 MHz, já que neste caso não precisaríamos trocar também a placa mãe.
Dois pentes de memória de 72 vias de 8 MB cada, e um processador de 200 MHz custam cerca de 50 dólares, que resultariam em um ganho de performance de pelo menos 300%. Note que neste caso precisaríamos usar componentes usados.
O disco rígido só deveria ser trocado caso o usuário estivesse com problemas de espaço.

Configuração 2:
Pentium 233 MMX
32 MB de memória RAM
HD de 2.6 GB
Placa de vídeo de 2 MB
Monitor SVGA de 14 polegadas

Agora temos uma configuração equilibrada. As únicas mudanças viáveis seriam o aumento da quantidade de memória para 64 MB, caso os 32 MB atuais estejam sendo insuficientes, ou a troca do disco rígido caso o usuário esteja com problemas de espaço.
Não seria uma boa idéia pensar em trocar o processador, pois para instalar um Pentium II, Celeron, ou mesmo um K6-2 teríamos que trocar também a placa mãe. Caso os módulos de memória atuais sejam de 72 vias, o gasto seria ainda maior, já que as placas mãe mais modernas possuem encaixes apenas para módulos de 168 vias.
Caso o usuário do micro goste de jogos, ou pretenda trabalhar com imagens tridimensionais, então uma placa de vídeo 3D de um modelo mais simples seria uma boa idéia.

Configuração 3:
Pentium II de 266 MHz
64 MB de memória RAM
HD de 2.2 GB
Placa de vídeo de 2 MB
Monitor SVGA de 15 polegadas

A primeira coisa a considerar neste exemplo seria a troca do processador por um Celeron de 433 ou 466 MHz, já que poderíamos trocar apenas o processador. Teríamos então um excelente configuração, com exceção do disco rígido, muito pequeno e lento para um micro deste porte. Seria uma boa idéia trocá-lo por um de 8 GB.
Se fosse adicionada também uma placa de vídeo 3D passaríamos então a ter praticamente um topo de linha.
O aumento da quantidade de memória para 128 MB só deveria ser considerado caso o micro fosse ser usado para editoração.

 

Esta foi a primeira parte do curso.
Clique aqui para iniciar a segunda parte!

 

      Os Tópicos da 1ª Parte do Curso:
:.
Como Funciona o PC  
:.
Placas Mãe
:.
Componentes  
:.
Barramentos
:.
Processadores  
:.
Memória RAM
:.
Memória Cache  
:.
Placas de Vídeo e Monitores
:.
Diferenças na Arquitetura  
:.
Escolhendo a Configuração
:.
Comparativo dos Processadores      

 

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