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Data: 26.02.2001
Tipo: Curso
Assunto: Notebooks: Manutenção e Upgrades em micros portáteis
Por: Carlos E. Morimoto

 

   Parte 7: Vídeo

O termo "placa de vídeo" é um tanto quanto inadequado a um notebook, já que em praticamente todos os casos o chipset de vídeo é integrado à placa principal.

O chipset de vídeo é um dos periféricos que você deve procurar se informar ao comprar um notebook qualquer, pois ao contrário da memória e do HD não será possível troca-lo mais tarde, a menos que você troque o notebook todo. Certifique-se que o desempenho do chipset usado atende suas necessidades.

Em termos de memória de vídeo, sempre a memória onboard será suficiente para exibir true color (24 ou 32 bits de cor) na resolução máxima suportada pela tela do note, porém, ao mesmo tempo quase todos os aparelhos oferecem a possibilidade de se acoplar um monitor externo, onde podem ser usadas resoluções mais altas.

Isto é bem útil para quem dá aulas ou faz apresentações, pois mesmo que a tela do notebook suporte apenas 800 x 600, você poderá acoplar a ele um telão e usar 1600 x 1200, ou até mais durante as apresentações. Mas, para isso é preciso que a memória de vídeo seja suficiente para a resolução e cores que pretender usar no monitor externo. Dica: na maioria dos modelos este recurso é ativado apenas através de um utilitário do fabricante.

O ideal seriam 8 MB, o mínimo recomendável seriam 4 MB. Um note com apenas 2 MB só deve ser considerado caso você não pretenda acoplar a ele um monitor externo.

Em termos de chipset de vídeo, praticamente todos os modelos em uso atualmente oferecem um desempenho suficiente em 2D, o grande problema é encontrar um com recursos 3D. O grande problema é que por executarem muito processamento, os chipsets de vídeo 3D gastam muita energia e geram muito calor, duas desvantagens fatais no ramo de portáteis.

As poucas opções em termos de 3D incluem os chipsets ATI Rage Mobility 128, S3 Savage/MX e SMI Lynx EM4. O desempenho é ridículo se comparado com os chipsets 3D para micros desktop, mas é o que há. Existem boatos do possível lançamento de uma versão mobile do GeForce MX da Nvidia, parece sensato, pois em sua versão desktop este chip já consome apenas 4 Watts, tornando uma versão mobile perfeitamente possível. Mas, enquanto escrevo, são só boatos.


:. Monitor

Qualquer modelo de notebook trará uma tela de LCD, o famoso cristal líquido. Este tipo de monitor se revela ideal para os portáteis, pois consome pouca energia, gera um mínimo de calor, é muito fino e perfeitamente plano.

Existem atualmente duas tecnologias de fabricação de telas de LCD, conhecidas como matriz passiva (DSTN) e matriz ativa (TFT). As telas de matriz passiva apresentam um angulo de visão mais restrito, e um tempo maior é necessário para a imagem ser atualizada. Enquanto num monitor CRT (os com tubo de imagem, usados em desktops) um ponto demora cerca de 10 a 20 milessegundos para mudar de cor (dependendo da taxa de atualização usada), num monitor LCD de matriz passiva são necessários entre 150 e 250 milessegundos. Por isso que é tão difícil enxergar o cursor do mouse na tela de um notebook mais antigo, ou mesmo rodar programas ou jogos que demandem mudanças rápidas de imagem de uma forma aceitável. A própria imagem nestes monitores apresenta uma qualidade inferior, devido ao baixo contraste. Felizmente os monitores de matriz passiva são encontrados apenas em equipamentos antigos.

Os LCDs de matriz ativa, usados atualmente, já apresentam uma qualidade muito superior, com um tempo de atualização de imagem mais próximo do dos monitores CRT, entre 40 e 50 milessegundos. Isto significa entre 20 e 25 quadros por segundo, o que já é suficiente para assistir a um filme em DVD por exemplo, apesar de ainda atrapalhar um pouco nos jogos de ação, onde a imagem é alterada muito rapidamente. Os monitores de matriz ativa também um maior ângulo de visão e contraste maiores, além de serem mais finos e leves.

A grande limitação dos monitores LCD diz respeito às resoluções suportadas. Nos monitores CRT temos à nossa disposição várias resoluções de tela diferentes, que vão desde os 320 x 200 pontos usados no MS-DOS até 1024x 768, 1200x 1024 ou até mesmo 1600x 1200, passando por várias resoluções intermediárias, como 400x300, 320x400, 320x480, 512x384, 1152x864 entre outras, sendo que em todas as resoluções temos uma imagem sem distorções.

Os monitores de cristal líquido por sua vez são bem mais limitados neste aspecto, pois cada ponto da imagem é fisicamente representado por um conjunto de 3 pontos (verde, vermelho e azul). Num monitor LCD com resolução de 1024x 768 por exemplo tempos 3072 pontos horizontais e 768 verticais, sendo que cada conjunto de 3 pontos (verde, azul e vermelho) forma um ponto da imagem. Como não é possível alterar a disposição física dos pontos, temos a resolução máxima limitada ao número de pontos que compõe a tela. Podemos até usar resoluções menores, usando mais de um ponto da tela para representar cada ponto da imagem, recurso chamado de fator escala, porém jamais será possível utilizar resoluções maiores.

Além do fato da tela ser de matriz ativa ou passiva, você deve levar em conta qual é a resolução de tela que ela é capaz de exibir, já que será com esta resolução que você terá que trabalhar.

Os notebooks com telas de 11 ou 12 polegadas geralmente suportam apenas 800 x 600, o que pode ser bastante desconfortável e limitante se você for trabalhar com o Corel, Photoshop, Dreanweaver ou qualquer outro editor de imagens ou páginas Web por exemplo.

Os notebooks com telas de 13,1 ou 14 polegadas, os mais comuns atualmente, quase sempre exibem 1024 x 768, que já é uma resolução confortável para a maioria das aplicações.

Alguns laptops maiores, estão vindo com telas de 15,1 ou até mesmo 15,4 polegadas, que geralmente permite utilizar 1280 x 1024 ou até mesmo 1400 x 1050. O grande problema é que além de caros, estes modelos são muito grandes, já que é preciso acomodar esse exagero de tela. Ou seja, são mais confortáveis de usar, porém mais incômodos na hora de transportar e, principalmente, na hora de pagar :-)

Alguns notebooks mais antigos, com telas de 10 polegadas ou menos, assim como a maioria dos mini notebooks, suportam apenas resolução de 640 x 480, o que os torna muito desconfortáveis de trabalhar, principalmente para surfar na Net ou usar aplicativos gráficos. Melhor evitar estes modelos.

As telas de notebooks são formadas por duas placas de vidro, por isso são bastante frágeis. É muito comum a tela trincar ou mesmo se quebrar quando o notebook cair o sofre qualquer impacto mais forte. Apesar de na maioria dos casos a tela continuar funcionando, o trincado vai incomodar bastante.

Neste caso não existe muito o que fazer além de trocar o LCD. Os fabricantes vendem as telas separadamente, você pode importar, ou então comprar através de alguma loja especializada. O grande problema é que além das telas já serem caras, os fabricantes não costumam fazer um preço muito camarada, não se surpreenda se a tela custar mais da metade do preço de outro notebook. É uma situação em que é melhor prevenir do que remediar.

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