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Data: 29.03.2002  :. Em Reformulação!
Tipo: Curso
Fabricante: Não se Aplica
Por: Carlos E. Morimoto

 

   Guia Completo de Redes

:. Particionando o HD

Você pode deixar que o utilitário redimensione uma partição Windows (FAT 16 ou FAT 32) já existente, usando o espaço livre para instalar o Linux (Use the free space on the Windows partition), pode utilizar uma partição Linux previamente criada (Use existing partition), usar o espaço não particionado do disco, caso tenha (Use free space) ou pode simplesmente apagar tudo que estiver gravado e partir para uma instalação limpa (Erase entire disk).

Se você pretende reparticionar a partição Windows, existem dois cuidados necessários para que tudo saia bem. Em primeiro lugar, o óbvio, certificar-se que existe espaço em disco suficiente. Com 1 GB já é possível fazer uma instalação básica do sistema, mas para instalar vários programas, armazenar seus arquivos pessoais etc. seria recomendável reservar um espaço maior, pelo menos 2 ou 3 GB. Quanto mais espaço melhor.

Outro detalhe importante é desfragmentar o disco. O DiskDrake é capaz de redimensionar a partição mesmo que esteja fragmentada, porém além do processo demorar bem mais que o normal, a possibilidade de ocorrer algum problema é muito maior.

Escolhendo a opção Erase entire disk o programa vai simplesmente limpar a tabela de partição do HD e dividí-lo em duas partições: uma menor, usada para os arquivos do sistema e outra maior, montada no diretório /home, onde ficam guardados os arquivos dos usuários.


As duas opção automáticas servem bem para os usuários leigos, que mal sabem o que é uma partição de disco, mas ou escolher a opção Custom disk partitioning você terá muito mais opções.

Nota: Os screenshots a seguir são do diskdrake, não do programa de instalação, que possui uma interface levemente diferente. Editei algumas imagens para mostrar as opções que estão disponíveis no programa de instalação.

A interface do programa é bastante intuitiva, lembra bastante a do Partition Magic 6, mas é mais fácil, por conter apenas os sistemas de arquivos suportados pelo Linux:


No topo da tela temos a lista dos sistemas de arquivos suportados: EXT2, Journalised FS, Swap, FAT (inclui FAT 16 e FAT 32) além de Other (outro sistema de arquivos não reconhecido) e Empty (espaço não particionado).

Na aba logo abaixo, você tem uma lista dos HDs instalados. No screenshot existe apenas um, que aparece como hda.

A barra colorida mostra um mapa do disco, com todas as partições que ele contém. No exemplo o disco já está particionado, pronto para a instalação do sistema, dividido em duas partições, montadas no diretório raiz (/) e no diretório /home (que aparecem em vermelho), além de uma partição swap, em verde.

Para alterar uma partição, basta clicar sobre ela e usar a opção Resize, que redimensiona, sem perda de dados. A opção Delete permite apagar partições a fim de criar outras depois usando o espaço livre, enquanto a opção Format formata uma partição já criada. Não é preciso formatar as partições que forem criadas, pois ao terminar o particionamento (clicando em done) o assistente se oferecerá para formatar as partições criadas.

Para criar uma nova partição você precisará clicar sobre uma área de espaço livre (aparece em branco no mapa) e em seguida clicar no botão do sistema de arquivos que será usado (na parte superior). Para liberar espaço você deve usar as opções anteriores, de redimensionar ou deletar uma outra partição.

Na hora de escolher o sistema de arquivos a ser utilizado as opções são basicamente duas: usar o velho sistema EXT2, que acompanha o Linux a vários anos, ou utilizar um dos novos sistemas com journaling. Clicando em Journalised FS você poderá escolher entre o EXT3, RiserFS e JFS.

O journaling permite que o sistema de arquivos mantenha um log, onde são armazenadas todas as mudanças feitas em arquivos do disco. Quando qualquer erro inesperado surge ou o sistema é desligado incorretamente é possível localizar todas as operações que não haviam sido concluídas, restaurando a consistência do sistema de arquivos em poucos segundos, sem a necessidade de vascular arquivo por arquivo. Isso é bem diferente do que acontece no EXT2, onde o fsck precisa vasculhar todo o disco em busca de erros depois de cada desligamento incorreto, um processo que pode demorar mais de 10 minutos, dependendo do tamanho da partição.

Além disso, a frequência com que são perdidos arquivos ou mesmo pastas inteiras (ou até mesmo a tabela de partição do disco se você for realmente azarado :-) no EXT2 por causa dos desligamentos incorretos é espantosamente alta, um perigo que não existe nos sistemas com suporte a journaling.

Dentre os três, o EXT3 foi o que pude testar melhor e por isso é a minha recomendação pessoal. Evite usar o EXT2, principalmente se o seu PC não tiver no-break. Não existem desvantagens aparentes em usar o EXT3; pelo contrário, o desempenho do sistema chega a ser um pouco melhor.

Junto com estas opções, estão vários outros sistemas de arquivos, incluindo FAT 16, FAT 32 e até mesmo outros sistemas de que provavelmente você nunca ouviu falar. O único sistema importante que não consta na lista é o NTFS, que ainda não é completamente suportado pelo Linux. Essa fartura de sistemas de arquivos suportados permite até mesmo que este utilitário seja usado no lugar do Partition Magic na hora de formatar HDs e redimensionar partições, mesmo que o objetivo não seja instalar o Linux.

Você precisará ainda criar uma partição swap, que armazenará a memória virtual do sistema. O Linux não permite aumentar dinâmicamente o tamanho do arquivo de troca, como no Windows, ao acabar o espaço da partição você receberá uma mensagem de falta de memória e terá que fechar alguns aplicativos para continuar trabalhando. Para evitar isso, crie um arquivo razoavelmente grande, de 200 ou até 300 MB, dependendo de quanto espaço livre em disco tiver disponível. Se você tiver bastante memória (256 MB ou mais) e não desejar usar memória virtual, você pode criar um arquivo pequeno, de 8 ou 16 MB, apenas para evitar que um ou outro aplicativo gere mensagens de erro pela falta da memória swap.


:. As partições no Linux

Você deve ter notado que no exemplo dividi o HD em duas partições, ao invés de criar apenas uma. A idéia é a mesma de dividir o HD em C: e D: no Windows: simplesmente manter seus arquivos pessoais numa partição diferente da dos arquivos do sistema, para melhorar a segurança e permitir que você possa tranqüilamente reformatar a partição do sistema quando precisar reinstalá-lo, sem correr o risco de perder junto seus arquivos.

Mais um detalhe interessante é que se depois da reinstalação você recriar os usuários antigos, automaticamente o sistema se encarregará de utilizar as configurações de cada um, evitando que você precisa configurar tudo manualmente.

A primeira partição deve ser montada no diretório raiz, ou /, enquanto a segunda deve ser montada no diretório /home, onde ficam as pastas dos usuários (/home/maria, /home/fernando, etc.). O ponto de montagem é solicitado logo depois de criar a partição, mas pode ser alterado mais tarde através do DiskDrake ou do comando mount.

Você pode criar mais partições se desejar. Se você for montar um servidor FTP ou um servidor Web, pode criar uma partição separada para os arquivos do servidor por exemplo.

Cabe aqui uma pequena explicação sobre o modo como o Linux enxerga os HDs instalados e as partições de disco.

Temos num PC duas interfaces IDE, onde cada uma permite a conexão de dois HDs, configurados como master ou slave. O primeiro HD, conectado à interface IDE primária e configurado como master é reconhecido pelo Linux como hda, o segundo HD, slave da IDE primária é reconhecido como hdb, enquanto os dois HDs conectados à IDE secundária são reconhecidos como hdc e hdd.

Ao mesmo tempo, cada HD pode ser dividido em várias partições. Podemos ter um total de 4 partições primárias ou três partições primárias e mais uma partição extendida, que pode englobar até 255 partições lógicas.

A primeira partição primária, do primeiro HD (hda) é chamada de hda1. Caso o HD seja dividido em várias partições, as demais partições primárias são camadas de hda2, hda3 e hda4. Porém, o mais comum ao dividir o HD em várias partições é criar apenas uma partição primária e criar as demais partições dentro de uma partição extendida. É isso que o particionador faz por default.

As partições extendidas recebem números de 5 em diante (hda5, hda6, hda7, etc.) mesmo que as partições hda2 e hda3 não existam:


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